Você sabia que o aumento da confiabilidade será cada vez mais essencial para empresas com grandes resultados em seu mercado de atuação? É sobre isso que fala o white paper da IDC e nós destrinchamos o material aqui pra você. Vem conferir!

Cada vez mais tecnologia de gestão e confiança têm virado assunto nas empresas, principalmente pelo zeitgeist do mundo atual, onde o questionamento de verdades estabelecidas se mostra recorrente dia após dia.

Por isso, montar uma empresa que transmita confiança — e, na prática, se mostre confiável — é comum nos dias atuais. Consumidores se conectam com organizações íntegras, éticas e de alta confiabilidade nas atitudes executadas.

Mas como as tecnologias de gestão e confiança funcionam na prática? É exatamente esse assunto que aborda o white paper da IDC, “The Condition of Trust”, e que destrincharemos ao longo deste conteúdo. Continue lendo para descobrir mais sobre o tema e, assim, construir uma empresa mais confiável para seus clientes.

Boa leitura!

Qual a definição de confiança para empresas?

Considerando uma relação entre empresas, a confiança é estabelecida quando as organizações têm um índice de risco controlado, uma boa reputação no mercado — mesmo que subjetiva — e uma troca de benefícios acontecendo.

Assim, com essas condições estabelecidas, a confiança entre empresas pode acontecer e isso vai se refletir no mercado, onde a empresa fornecedora de uma solução conseguirá transmitir maior confiabilidade com a sua marca e, da mesma forma, poderá colher frutos com isso.

Sobre o risco controlado

Falando especificamente sobre risco controlado, as tecnologias de gestão e confiança precisam se adequar às premissas do mundo atual. Segurança da informação, em todas as esferas possíveis e imagináveis, precisa ser uma preocupação constante e absoluta.

Isso envolve manter a privacidade dos dados dos usuários, bem como a ética no negócio quando o assunto é o processamento das informações. Nesse caso, o respeito à LGPD é uma premissa básica para empresas que desejam ser vistas como confiáveis.

Da mesma forma, o planejamento pós-vazamento de dados também ajuda a fortalecer a relação de confiança. Em falhas no armazenamento das informações, por exemplo, a conduta da empresa diz muito sobre seus processos e respeito aos dados dos clientes.

Portanto, como podemos ver, o risco controlado diz respeito sobre vários fatores de confiabilidade. E empresas que pensam na tecnologia de gestão e confiança estão investindo no crescimento da sua marca perante seus clientes, o que é um ótimo investimento em longo prazo.

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É possível medir o índice de confiança? Descubra!

O amadurecimento desse índice de confiabilidade irá trazer novas possibilidades que determinam  quando uma empresa é confiável ou não. Nesse ponto, duas categorias de informações darão suporte para definir a confiabilidade da organização:

Medição da confiança objetiva

As informações são medidas como “riscos”, onde é possível pontuar em uma escala se uma organização é confiável ou não. Assim, uma pontuação mais baixa indica que uma companhia tem pouca confiabilidade, enquanto uma pontuação mais alta mostra que essa companhia executa ações mais confiáveis.

Desse modo, as decisões — sejam de clientes ou fornecedores — podem ser baseadas nessa escala de confiança objetiva, o que pode se mostrar muito conveniente para a construção de relações entre as partes.

Medição da confiança subjetiva

Como o próprio nome sugere, a confiança subjetiva é uma percepção do mercado com base em informações de terceiros, oriunda de diversos grupos e indivíduos dentro do mercado de trabalho.

Mesmo que seja uma medida fora do controle de uma empresa, a confiança subjetiva também é construída e afetada por ações de mercado. Então, o que é mostrado publicamente ajuda a fortalecer — ou comprometer — essa imagem de confiança.

Portanto, empresas que desejam transmitir mais confiança ao mercado precisam equilibrar suas ações, assim a sua confiança objetiva e subjetiva podem ser fortalecidas para resultar em uma reputação forte, sólida e praticamente inquebrável.

E quais as consequências de uma baixa confiabilidade?

Como podemos imaginar, a baixa confiabilidade empresarial resulta em vários problemas em médio e longo prazo. E o problema dessa condição acontecer é que a recuperação de uma imagem pode levar meses — ou até alguns anos.

A confiança subjetiva tem uma grande participação nas consequências da baixa confiabilidade. Quando vários grupos demonstram não confiar em uma empresa, seja qual for o motivo, esta sofre para se impor no mercado.

Assim, temos algumas consequências da falta de confiança em uma instituição:

  • Dificuldade na aquisição de clientes;
  • Redução do faturamento;
  • Índice de reclamações acima do normal (os clientes são menos tolerantes às falhas);
  • Dificuldade de atrair novos talentos;
  • Dificuldade de conseguir crédito no mercado;
  • Dificuldade de realizar negociações vantajosas com fornecedores.

E os problemas acima acontecem pela constante necessidade da empresa “se provar” no mercado. Precisa fazer um grande pedido de insumos? Então, pague uma parte adiantado e o restante em poucos dias — enquanto outras empresas com alta confiança têm condições melhores de pagamento, por exemplo.

Desse modo, como você já pôde perceber, a construção de confiança afeta diretamente os resultados de um negócio. Mesmo que seja possível avançar, essas barreiras tendem a comprometer a continuidade da operação — e tudo isso por uma questão de imagem e confiança.

Assim, é muito difícil que uma reputação arranhada se resolva rapidamente. Portanto, não é interessante afetar a percepção de confiança da organização — em qualquer situação —, o que já foi percebido e está sendo implementado por muitas empresas ao redor do planeta.

A ascensão dos profissionais especializados em confiança

Dessa forma, segundo estimativas do IDC, o ano de 2023 apresentará mais da metade das empresas que pertencem ao G2000 — índice da Forbes que contempla uma lista com as 2000 maiores empresas de capital aberto do mundo — com cargos focados na construção de confiança.

O objetivo dessa “nova área” é integrar todos os departamentos para alinhar expectativas e ações sobre o tema. Nesse contexto, as áreas de segurança, finanças, recursos humanos, vendas, produção, marketing, entre outras, podem trabalhar de forma coordenada para construir ou manter a confiança empresarial.

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SAP Business One: tecnologia de gestão e confiança para empresas

E quando o assunto é tecnologia de gestão e confiança, o SAP Business One é uma ferramenta que merece muito destaque. Construído para proporcionar o melhor gerenciamento para PMEs, o sistema também garante mais proteção de dados para seus usuários.

Assim, possibilita que as informações altamente estratégicas e confidenciais sejam acessadas por aqueles que têm autorização para tal, o que resulta em uma percepção de confiança acima da média no mercado.

E essa informação é comprovada por números sólidos:

  • Utilizado em mais de 170 países;
  • Traduzido para 27 idiomas;
  • Mais de 6000 usuários apenas no Brasil;
  • Mais de 70000 usuários ao redor do planeta;
  • Expertise de atuação em mais de 25 segmentos.

Desse modo, a tecnologia de gestão e confiança do SAP Business One vem se consolidando ainda mais nos últimos anos, graças às qualidades verdadeiras e comprovadas que o sistema entrega.

Então, se você precisa dar mais credibilidade para sua empresa, aposte em ferramentas e parceiros que estão percorrendo esse caminho há anos. Essa troca entre instituições confiáveis é o que cria um mercado mais verdadeiro, transparente e com resultados sustentáveis.Quer saber como o Business One pode te ajudar? Entre em contato com nossos especialistas agora mesmo. Até a próxima!